Sábado, 31 de Maio de 2008

Amy Winehouse no Rock in Rio


Ontem estive no Rock in Rio e assisti a todos os concertos. Fiquei chocadíssima quando vi a Amy Winehouse naquele estado, nunca tinha assistido a nenhum concerto dela e não havia considerado tão degradante o seu estado. As imagens que passam na televisão e no youtube não são nem metade do que ontem foi vivido no espectáculo. A artista não se aguentava em pé, não aguentava as pernas, não sabia as músicas que ia tocar, não conseguia colocar a guitarra ao peito e não conseguia pôr o microfone, tropeçou no meio do palco, enfim indrescritível...

É impressionante como é que uma pessoa naquele estado é convidada a actuar num festival de tal dimensão, como é que não recusa e como é que ninguém põe um travão nesta situação. A verdade é que se ela continua neste estado morre.

A determinada altura do espectáculo ela agradeceu e disse que estava a gostar bastante e que estava contente por também o público estar a gostar. O que é facto é que eu assisti ao espectáculo e grande parte das pessoas passou o espectáculo a gozar com a rapariga. No fim de contas, ela foi uma diversão para o público.

"Ela tinha a opção de cancelar, mas estava determinada a dar o seu primeiro passo para voltar à cena, e, embora ela não estivesse 100%, sentiu que era importante para o público ver que ela está de volta ao trabalho”. Disse o porta-voz. Como é possível dizer isto? Uma mulher que está drogada e bebêda não tem noção daquilo que faz.

Não são poucos os jornais que descrevem o pescoço da actriz como tendo um chupão... Para que fiquem sabendo aquilo não é um chupão, aquilo é uma marca de injecção. Existe um número alargado de toxicotependentes que se injectam no pescoço....

Agora deixo uma questão: Como é possível as pessoas serem interesseiras ao ponto de se apoderarem do jeito natural que esta mulher tem para cantar e "sugarem o tutano da sua vida"?

1 comentários:

$@rit@ disse...

Eu também lá estive, e partilho a tua opinião... No fim... acabei por ter pena de semelhante pessoa... ou o que resta dela!